O Dia D e a queda de Hitler

• “Dia D”




o Episódio em que Paris é libertada dos nazistas; considerado um marco do fim da guerra.


• Operação: desembarcados na região da Normandia (norte da França), forças aliadas rumariam a Paris, para libertar a cidade.

A Batalha da Normandia, com o nome código de "Operação Overlord", ocorreu no dia 6 de Junho 1944, também conhecido por Dia-D. Esta batalha representa o início da invasão Aliada na Europa Ocidental, ocupada pela Alemanha Nazista, na Segunda Guerra Mundial.


A invasão da Normandia começou com a chegada de pára-quedistas na noite anterior, maciços bombardeios aéreos e navais, e um assalto anfíbio bem cedo de manhã. Sessenta anos mais tarde continua sendo a maior invasão marítima da história, com quase três milhões de soldados a terem cruzado o canal inglês. Os exércitos envolvidos nesta grande operação militar tinham objetivos distintos, que consistiam na tomada de posse das praias, com o codinome Omaha e Utah, para os Americanos; Juno, Gold e Sword para os anglo-canadenses.



A Alemanha, por iniciativa de Rommel, esperando o desembarque aliado, procurou defender-se através da chamada muralha do Atlântico. Consistia em uma série de barreiras construídas ao longo da costa oceânica para neutralizar as tropas inimigas antes do desembarque.


Rommel, com toda sua experiência militar prevera que o desembarque aliado ocorreria nas praias do noroeste francês e conseguiu, assim, tornar a batalha da Normandia um verdadeiro inferno para os Aliados, causando pesadas baixas.


No entanto, através desta operação, os aliados conseguiram derrotar as forças militares alemãs que se espalhavam, protegidas por fortalezas costeiras e terrestres, ao longo da Bretanha. De fato, o Desembarque foi crucial para os Aliados, pois levou à mobilização de tropas alemãs para esta nova frente de batalha, enfraquecendo e defesa Alemã contra a União Soviética.

• Depois da retomada de Paris, os alemães arrumaram, portanto, não somente um, mas dois problemas: além de perderem um importante território conquistado, ainda tinham os soviéticos para enfrentar.

A Invasão da Alemanha

 
• O ano de 1944 continuou prometedor para os soviéticos. Sua ofensiva de verão liquidou com 25 divisões alemãs na região de Minsk. Em agosto, aproximam-se de Varsóvia. Neste momento ocorreu mais um dos terríveis martírios do povo polonês. Acreditamos que a proximidade das tropas soviéticas os socorresse, os partisans poloneses tentaram um levante na Capital que redundou num fracasso.


• As represálias nazistas foram violentas, mais de 300 mil pereceram. Em outubro de 1944, as tropas soviéticas invadem pela primeira vez o solo alemão - a Prússia Oriental é conquistada. Durante o inverno de 1944/45 os russos preparam sua ofensiva sobre a capital do Reich. 2 milhões e meio de soldados, 6.250 blindados e 7.500 aviões são concentrados para o assalto final. Em 16 de abril, o exército Vermelho, sob o comando do Gen. Zucov, (tendo em seu apoio o Gen. Konev) dá a salva inicial que culminará com a rendição de Berlim. Hitler havia ordenado a mobilização geral da população, convocando todos os homens aptos entre os 16 e 60 anos, organizados em milícias populares (Deutscher Volksturn).


• A indústria alemã, apesar dos constantes bombardeios aliados, continuava produzindo em larga escala; o que lhe faltou foi combustível e homens qualificados para utilizar o material bélico. Todos concordam que a resistência alemã foi muito mais significativa contra os russos do que contra os aliados ocidentais. As rivalidades ideológicas e o terrível massacre dos civis no Fronte Oriental, fizeram com que temessem represálias por parte dos soviéticos.


• Nos fins de abril, mesmo com os inauditos esforços do gen. Henrici, os russos penetram na periferia de Berlim. Hitler escreve seu testamento político, ao mesmo tempo em que nomeia o Almirante Doenitz Presidente do Reich e indica Goebbels como seu chanceler. No dia 30 de abril comete suicídio, acompanhado por sua mulher Eva Braun e por Goebbels e família. A guerra na Europa tinha finalmente chegado a seu fim após mil e setecentos dias de matanças inauditas na história da humanidade.

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